Casos em que a fisioterapia é essencial no tratamento de câncer
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Casos em que a fisioterapia é essencial no tratamento de câncer

Um mito comum entre os pacientes oncológicos é o de que a fisioterapia só é útil após o tratamento. No entanto, não é bem assim que funciona. Durante o tratamento, ela pode contribuir para a redução dos efeitos colaterais dos procedimentos e aumentar  a qualidade de vida e bem-estar do paciente.

Neste artigo, entenda como a prática da fisioterapia pode ajudar na reabilitação de casos específicos da doença.

O papel da fisioterapia no tratamento de câncer

A fisioterapia oncológica une métodos terapêuticos com exercícios manuais e funcionais que buscam mitigar sintomas do tratamento de câncer, como dores crônicas e dificuldade de mobilidade.

Por meio de um tratamento personalizado às necessidades do paciente, é possível atenuar os males causados e recuperar a plenitude das funções musculares, motoras e psicológicas da pessoa com câncer. 

Casos de câncer que mais se beneficiam da fisioterapia

Em 2023, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que garante o acesso à fisioterapia a pacientes em tratamento de câncer de mama. Esse, porém, é apenas um dos tipos da doença que se beneficiam da prática dessa atividade. Saiba mais sobre a utilidade da fisioterapia em tratamentos oncológicos. 

Câncer de mama

Após a cirurgia para retirada de tumores da mama, pode ocorrer a formação de linfedemas.

Nesse caso, as sessões de fisioterapia, através da drenagem linfática, podem ajudar na recuperação dos movimentos superiores do paciente, bem como na redução de inchaços causados pelo acúmulo de linfa, ou seja, dos fluidos dos tecidos e órgãos.

Câncer de cabeça e pescoço

No câncer de cabeça e pescoço, a fisioterapia é útil, principalmente aos pacientes que se submetem a realização do esvaziamento cervical. O paciente em tratamento pode apresentar dificuldades para falar e engolir e rigidez muscular.

Dessa forma, a partir de exercícios voltados à  mobilidade e deglutição, combinados com práticas de fonoaudiologia, pode-se dar a ele maior qualidade de vida. 

Médico examina pescoço de paciente.

Câncer de próstata

Pacientes com câncer de próstata submetidos à prostatectomia radical podem apresentar incontinência urinária, disfunção erétil e fraqueza nos músculos pélvicos. Logo, a fisioterapia, por meio da cinesioterapia, biofeedback, eletroterapia  e dos chamados exercícios de Kegel, buscará o fortalecimento da musculatura pélvica e combate da incontinência urinária.

Mulher e sua fisioterapeuta durante uma sessão de fisioterapia.

Câncer de pulmão

Dois dos sintomas mais comuns do câncer de pulmão são  dificuldade respiratória e fadiga persistente. Com técnicas respiratórias, exercícios aeróbicos e alongamentos, a fisioterapia pode melhorar a capacidade funcional do pulmão e reverter dificuldades respiratórias, garantindo maior disposição e uma vida mais ativa.

Câncer de colo de útero e endométrio

Mulheres submetidas a tratamentos invasivos do câncer de colo de útero e endométrio podem sofrer dores pélvicas e fraqueza muscular. Segundo o Journal of Women ‘s Health, essas complicações atingem cerca de 35% das pacientes oncológicas.

Com isso, a fisioterapia pode colaborar para o bem-estar, com exercícios localizados e técnicas de alongamento

Quando a fisioterapia é necessária? 

As limitações de movimentos, perda de autonomia e inchaços no corpo são alguns sinais de que a fisioterapia deve ser praticada pelo paciente oncológico.

No entanto, há outros sintomas que ela pode ajudar a reverter durante e após o tratamento de câncer:

  • Dores persistentes ou desconforto muscular;
  • Fadiga;
  • Dificuldade para realizar atividades diárias.

Como o acompanhamento fisioterápico funciona?

Primeiramente, é realizada uma avaliação especializada que abrange aspectos físicos e emocionais do paciente. Em seguida, monta-se  um plano adaptado às suas necessidades que pode incluir exercícios, massagens e técnicas manuais específicas.

A frequência das sessões fisioterápicas e a duração do tratamento dependerá da evolução do paciente e do aval do médico junto ao fisioterapeuta. 

Sala de fisioterapia do OncoYart.

A fisioterapia é fundamental no tratamento do câncer

Como destacamos, a fisioterapia auxilia o paciente a passar pelo tratamento oncológico com mais segurança e estabilidade física e emocional. Portanto, é fundamental que ele tenha o amparo de um profissional qualificado para ajudá-lo na prática de exercícios que contribuam com as suas necessidades.

Aqui no Instituto OncoYart, você pode contar com um suporte humanizado e o cuidado especializado que você merece. Agende sua consulta e entenda como a fisioterapia funciona na prática!

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